September 09, 2010, 07:33:50 AMLatest Member: LightHeaven

Author Topic: The Power of The Gods  (Read 257 times)

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Offline Ellion Cold

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The Power of The Gods
« on: March 16, 2010, 05:42:35 PM »
THE POWER OF THE GODS
“Toda história tem um fim, mas seria esta o fim de tudo?”
mortific 1:3

O reino de Dnuorg era invejado por sua prosperidade, conseguindo crescer de forma significativa seu território nas últimas décadas. Era um reino com um forte exército, mas o sábio rei Alucard preferia crescer através de acordos do que com a guerra. O povo de seu reino era pacífico, porém era exigido de seus soldados um treinamento angustiante que fazia uma grande parcela desistir da vida de protetor do reino para se dedicar ao comércio. Este assunto sempre foi alvo de conversas nas tavernas, ninguém entendia a razão de um reino tão pacífico precisar de soldados tão severamente treinados.

O rei Alucard estava sentado no seu trono, refletindo com seu conselheiro real sobre seu último acordo com o reino do leste quando fora interrompido de forma abrupta.

- Majestade, desculpe-me interrompê-lo, mas seu mensageiro chegou e diz ter algo urgente a comunicar. Neste momento ele está o segurado à força para impedir que ele invada este recinto. – Disse o guarda real.

O mensageiro já trabalhava ao rei por anos, Alucard sempre o considerou uma pessoa calma e estranhou seu comportamento.

- Deixe-o entrar. – Disse Alucard.

O conselheiro fez cara de quem não gostou de ter sua reunião interrompida por um mero mensageiro. O guarda fez nova reverência ao rei e saiu. Não demorou muito para que ele voltasse segurando o mensageiro pelo braço.

- Aqui está ele majestade. – Disse o guarda.

- Solte-o. – Disse Alucard e logo sua ordem foi obedecida. – Fale e reze para que eu considere sua informação importante o suficiente para me interromper desta forma. – Disse o rei ao mensageiro.

O mensageiro gargalhou com um louco, era visível que estava completamente transtornado.

- Importante?! Meu rei, o senhor considera importante a visita do Diabo?! Pois ele chegou! Eu vi! Hordas de demônios já tomaram conta de Brekkan e agora invadem Kassen! Eles vão invadir tudo! Vão matar todos! Todos vamos morrer! – O mensageiro teve mais um ataque de riso e voltou a gargalhar, mas continuou. – Esse reino! Esse mundo! Tudo vai acabar! Demônios, senhor! Os demônios chegaram! – Mais uma vez voltou a gargalhar, mas desta vez acabou por fim vomitando e desmaiando no próprio vômito.

- Levem-no daqui e saiam. – Ordenou o rei.

O guarda retirou o mensageiro do local conforme o rei ordenou. Seu conselheiro real fitou-o nos olhos e viu que a ordem também era dirigida a ele, que a contragosto fez uma reverência e retirou-se. Sentado em seu trono o rei fechou os olhos, inspirou o ar de forma prolongada e lenta, em seguida expirou como se precisasse destes segundos para se acalmar.

- Meu Deus, começou. Dá-me forças para realizar minha missão. – Ao terminar de proferir estas palavras, abriu os olhos e levantou-se. O tempo deixara de ser seu aliado.
« Last Edit: March 20, 2010, 10:26:41 AM by Ellion Cold »
 

Offline Ellion Cold

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Re:The Power of The Gods
« Reply #1 on: March 17, 2010, 05:27:13 PM »
Os dias se passaram e o reino de Dnuorg estava pronto para enviar suas tropas para Kassen. O rei Alucard, sem dar ouvidos aos seus conselheiros, decidiu ir pessoalmente ao local. Desejava ver com seus próprios olhos o que se passava na vila.

Ao chegar nos arredores de Kassen o rei e seus comandados puderam testemunhar a atrocidade que acometia o lugar. Pequenos seres demoníacos  podiam ser vistos por toda a área e os soldados precisaram atacar antes mesmo do esperado pelo rei. Ao chegar na entrada de Kassen já ouveram algumas baixas e feridos, mas o número do exército era grande em comparação com as criaturas que já haviam saído da vila e estavam espalhadas pela área.

Para chegar em Kassen era necessário atravessar uma ponte que passava por cima do Rio Spotlight. O rei tratou de ordenar parte do seu exército para guardar está saída da cidade enquanto outra parte patrulhava toda área para encontrar e eliminar qualquer demônio que tivesse conseguido sair da vila. Após algumas horas o rei se dirigiu até poder avistar melhor a ponte que levava a Kassen. Seu sangue parecia congelar em suas veias quando avistou a quantidade de demônios que finalmente pareciam ter notado a presença do seu exército.

Por um segundo o rei desejou poder estar na segurança de seu castelo, mas em seu coração sabia que não havia mais lugares seguros. Ignorando o próprio medo comandou seu exército para o ataque. O exército era forte, mas parecia não ser suficiente para enfrentar estes seres. Por sorte ou pelo destino, os demônios não atravessavam por nenhum outro ponto que não fosse a ponte. Pareciam temer atravessar a correnteza do Rio Spotlight, isto reduzia a quantidade de inimigos, mas ao mesmo tempo também impedia a entrada do exército.

O exército lutava dia e noite, mas parecia uma batalha perdida. O rei sabia que se o reforço que pedira, quando soube dos acontecimentos em Kassen, não chegasse logo poderia perder todo seu exército. As baixas já eram incontáveis e o exército carecia de confiança.

- Vamos todos morrer! – Gritou um soldado para o amigo enquanto tentava acertar uma daquelas pequenas criaturas grotescas que foram apelidadas de Imps.

- Se morrer que seja em combate! – Gritou o amigo, não muito esperançoso.

Os dois estavam entre os soldados que impediam a passagem dos demônios pela ponte, mas a mesma já estava quase sendo atravessada por eles. Um dos soldados mais atrás vendo que seus amigos de fronte não conseguiriam mais segurar o exército demoníaco perdeu completamente as esperanças, ajoelhando-se com os olhos fechados e começando a orar a seus deus por misericórdia. Ele não pôde ver o que aconteceu no segundo seguinte e quase não acreditou no que seus olhos viram à sua frente quando finalmente os abriu.
 

Offline Ellion Cold

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Re:The Power of The Gods
« Reply #2 on: March 20, 2010, 10:12:45 AM »
Os demônios que antes avançavam agora estavam caídos no chão, mortos. Os soldados mal puderam acreditar quando aquele guerreiro chegou à ponte pedindo para que se afastassem e com um lampejo de eletricidade eliminou a maior parte de demônios que estava na ponte.

Ao verem aquilo a esperança parecia ter voltado aos soldados, que agora bradavam xingamentos contra os demônios. O rei Alucard ficou satisfeito em ver que seu chamado foi atendido. Antes de sair do seu reinado havia mandado mensagens aos avatares da Terra para lutar contra este mal, mas não sabia se este havia chegado por conta da mensagem ou por sentido a energia demoníaca chegar a esta região.

Com a ajuda do exército o avatar conseguiu bloquear o avanço dos demônios, mas as horas se passaram e ele já começara a demonstrar seu cansaço. Por sorte ou pelo destino, mais um avatar chegou ao lugar. Ele dirigiu um olhar ao rei, mas não havia tempo para conversar e ao ver o outro avatar percebeu seu cansaço. Logo seguiu para a ponte e lutando lado a lado ao companheiro de armas fez um sinal de positivo com a cabeça, o outro entendeu que ele o substituiria e seguiu para o seu merecido descanço.

O avatar recém chegado atacava não com eletricidade, mas com chamas poderosas que queimavam os demônios e provocam gritos de dor. Ele era bem mais velho que o outro avatar. Os dois se dividiram em turnos para defender o lugar, até que um a um foram chegando mais avatares. Com alguns dias estavam ali presentes e, possivelmente reunidos pela primeira vez, os 10 avatares da Terra. Pessoas normais que empulhavam armas divinas dos deuses que criaram todo o universo. Eles conversaram entre si e sem qualquer consentimento ou explicação ao rei decidiram atravessar a ponte de Kassen e eliminar toda e qualquer ameaça daquela cidade.

O rei Alucard manteve seu exército próximo a ponte, mas sem entrar em Kassen. Sabia que seu exército poderia mais atrapalhar do que ajudar avançando junto aos avatares e preferiu mantê-lo guardando a ponte para impedir a saída de qualquer demônio que tentasse fugir do poder dos deuses.
« Last Edit: March 21, 2010, 02:12:13 AM by Ellion Cold »
 

Offline Sopne Mesog

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Re:The Power of The Gods
« Reply #3 on: March 30, 2010, 02:39:37 PM »
         Avanço silenciosamente em meio à fumaça vermelha, e percebo que estou pisando nos corpos de crianças. Eu paro. Seus corpos ainda queimam e seus rostos, escondidos pelo negrume, denunciam; o silencio dos inocentes.

         O fedor me invade como uma praga e lembro o dia que deixei de ser inocente.
         
         Eu tinha doze anos e estava correndo desesperado pela noite. Meus olhos ardiam, não conseguia mais chorar, mas também não poderia mais parar. Minha tia dizia que quando chovia, Deus chorava. Deus... Por que não choras por mim? Escondo-me no velho celeiro, lutando para parar de soluçar e então percebo, estou rezando. Deus, você está ai? – uma sombra surge da entrada do celeiro. Deus não me responde. A sombra se aproxima e revela a lamina com que matara minha mãe. Deus não me responde.  Sem demora e sem aviso, minha respiração para e sinto frio então dor. Sou puxado e pendurado como um animal pela perna, não tenho mais forças para chutar. Deus? Eu caio no chão. Imóvel e a sombra começa  a fazer algo, esta tirando algo que usa, esta se aproximando. Eu não me mecho e a sombra beija meu rosto e lambe minha boca. Deus. Eu não sinto e então quando a sombra pouco se vira eu avanço sem pensar e a mordo. Ela não grita. Mordo mais e mais forte, seu sangue escorre por minha garganta como água. Mas ela não grita e mesmo quando finalmente tomba eu não paro de morder mais e mais forte. E então ela finalmente fala. “Deus esta na chuva”.  Percebo finalmente a luz da noite a iluminando.  Eu choro. A sombra é minha tia. E não esta chovendo.

         Abro os olhos uma sombra enorme surge a minha frente na fumaça.  Pego Decimus com minha mão direita e golpeio o monstro que agora vejo derrubando-o para o lado e afastando tantos outros menores que se aproximavam de mim. Eles me observam ir até o monstro maior, e cravar Decimus em seu peito. Eu me aproximo mais, pego sua cabeça e enfio meus dedos em seus olhos. O monstro grita. Eu puxo Decimus abrindo um buraco no peito do monstro que finalmente tomba silencioso.

         Durante algum tempo eu não falo. Os monstros menores têm medo de mim. Então eu finalmente falo.

- Deus está na chuva.

         O monstro tombado explode violentamente, mas eu não recebo dano algum. Apenas então seu sangue cai do céu.
« Last Edit: May 03, 2010, 10:32:24 PM by Sopne Mesog »

Offline Goris

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Re:The Power of The Gods
« Reply #4 on: April 19, 2010, 07:00:45 PM »
Góris observa pelo canto do olho Sopne Mesog brincar com os imps como um gato brinca com ratos e sente desprezo pelo homem que se pensa guerreiro. Devilsamus ensinara a Góris como um guerreiro de verdade deve lutar, para seguir os preceitos de Angreal.

Ele volta imediatamente sua atenção aos cinco pequenos garridos, criaturas demoníacas como cachorros sem pelo e com garras do tamanho de agadas nas patas, as mais bestiais das criaturas encontradas até o momento. As garras tão afiadas quanto lâminas poderiam fatiar um guerreiro normal em segundos. Infelizmente para eles, Góris era um Avatar e, com um único golpe em semicírculo, destrói as pequenas e ágeis bestas, deixando um cheiro de carne queimada para trás.

Dois khizuns surgiram de ambos os lados, eles haviam enviado os garridos para distrair Góris, mas não esperavam que fossem mortos tão rapidamente e então tiveram de passar para o ataque rapidamente.

A Flameheart corta velozmente a arma de um khizum, acertando seu peito, enquanto Góris salta o golpe do outro khizum e se prepara para atacá-lo do alto, quando a cabeça do khizum se separa de seu corpo, Shuribebs Zion havia passado velozmente em direção a outro inimigo, mas não deixou de dar uma ajuda... Não que fosse necessário, pois milésimos de segundo depois, a flameheart de Góris desceu, partindo ao meio o demonio.

Góris se abaixa, gira enquanto se levanta e parte para os próximos inimigos, enquanto os outros Avatares vem mais para trás.

Ele olha à direita ao longe e nota que Sopne Mesog estava logo adiante, estripando e assustanto outros khizuns... Os pequenos garridos pareciam ter medo de sua presença, deixando as táticas de distração dos khizuns em frangalhos.

Ele olha à sua esquerda e vê a mulher guerreira lutando lado a lado com o assassino arrependido... Góris sorri. Nem todos osAvatares eram guerreiros sádicos como Sopne. Ou seriam?
« Last Edit: May 18, 2010, 04:19:06 PM by Goris »

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Offline Sopne Mesog

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Re:The Power of The Gods
« Reply #5 on: May 03, 2010, 10:26:02 PM »
         Você algum dia já foi chamado de monstro? Eu já.

         Fui acorrentado e jogado em brasas, chicoteado e surrado, amaldiçoado. A pele de meu peito foi arrancada fora, não cortada mas puxada. Dilacerada pela "justiça". A mim foi jogado o pecado do sangue. E quando houve defesa, a minha. Costuraram-me a boca. – “Blasfemias”, dizia o povo.

         Fui levado de joelhos a meu pai. Que cuspiu em minha cara.

         - Monstro!

         Eu chorei desejando morrer e em desespero, mesmo de joelhos, cai ao chão do salão.

         O povo não parava de gritar mesmo quando o Setimo – a mão da justiça de Deus. – Surgia.

         Os guardas então puxaram as correntes  de gancho, presas em minhas costas. – Levante-se! – O sangue me fugia como água por meu corpo e ao me erguerem finalmente o salão se silenciou.

         - Monstro. É agora teu titulo. Sopne, filho de Nospe. Culpado eis pelo crime de sangue de muitos e de tua familia. De ti é roubado a fala, a carne, o sangue e a alma. - disse a voz e finalmente o Setimo falou.
         - A ramom.

         Enroscaram as correntes em mim, me chutando para derrubar e finalmente puxar em direção a saida. Enlouquecido o povo agora estava ao gritar e amaldiçoar. "Monstro". Era agora meu titulo.

         Os outros espadas não gostam de mim. Não me toleram. Não os culpo. Não importa.  Avanço destroçando o inimigo, não a compaixão em nenhum momento, pena, ou hesitação.  Apenas os corpos dos pequenos demonios a cairem ao chão ou ficarem presos a Decimus que os devora. A lamina se podesse beberia o sangue negro a qual se encharca cada vez mais. Até finalmente estar satisfeita, mesmo sabendo que isso nunca aconteceria.
« Last Edit: May 03, 2010, 10:34:43 PM by Sopne Mesog »

Offline Goris

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Re:The Power of The Gods
« Reply #6 on: May 18, 2010, 04:32:34 PM »
Ao ver Sopne correr à frente de todos nós, numa fúria cega ainda que justificada, me lembro de meu passado... De como meu antigo mestre e portador de minha arma sagrada, Devilsamus, se referia a guerreiros berserkers como Sopne: "Buchas de canhão inúteis". Aprendi com meu mestre que a razão vem à frente de todos os sentimentos quando estamos em batalha. Um guerreiro que deixa levar por seus instintos pode facilmente ser ferido e morto e guerreiros mortos não vencem batalhas.

Apesar disso, Sopne continua atacando os pequenos garridos sem se importar com a própria vida ou pior, com a de seus companheiros. Não que Góris confiasse sua vida a esse ser desprezível.

No entanto, três khizuns surgem do alto do telhado de uma casa meio desmoronada. Em sua fúria louca, Sopne perseguia os garridos sem notar que entraria numa armadilha, bastaria os  khizuns saltarem sobre ele com suas lâminas afiadas...

Apesar de seus sentimentos, Góris ergue sua espada e invoca o poder da FlamesHeart e uma rajada de fogo sai de sua espada, assustando os garridos que estavam próximos e acertando dois dos tres khizuns em cheio. Antes de Góris então gritar para alertar Sopne, ele vê o inimigo e entende a armadilha na qual entraria. Antes de Góris abrir a boca, o demonio cai ao chão, quando um golpe poderoso da Decimus derruba a parede que segurava o telhado.

O khizum abre os olhos e se vê preso nos escombros. Com apenas um braço livre, ele tenta pegar sua arma a poucos centimetros de distância. Ele se esforça, esforça e quando consegue tocar na arma com a ponta dos dedos, percebe alguém respirando a seu lado. O sorriso cruel de Sopne é a última coisa que o monstro vê.

Enquanto isso, os outros avatares continuam avançando.

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Offline Ellion Cold

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Re:The Power of The Gods
« Reply #7 on: May 29, 2010, 11:17:49 AM »
Os avatares eram minoria nesta batalha, mas a desvantagem era dos demônios. Eles estavam sendo destruídos à medida que surgiam e os avatares não paravam de avançar. Ellion era um deles , empunhava suas duas adagas sagradas, conhecidas como Net Shocker, com agilidade e degolava  com facilidade os pequenos demônios que lhe atacavam. Nem mesmo os demônios maiores, verdes e desprezíveis lhe ofereciam algum desafio. Ao cortar, Net Shocker emanava uma pequena carga de eletricidade que atordoava os demônios tornando um contra-ataque mais difícil. Mas Ellion sabia que isso era só o início desta grande batalha e que não demoraria muito a enfrentar inimigos muito mais fortes do que conseguiria imaginar.
 

Offline Shuribebs

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Re:The Power of The Gods
« Reply #8 on: May 29, 2010, 04:03:42 PM »
Tão frio quanto sua cidade, Shuribebs matava os pequenos demônios sem nenhuma expressão, era calado, pensativo. A Wind Shear atravessava seus adversários impiedosamente, enquanto era manejada com maestria.
O Avatar olhava para os outros intitulados do mesmo modo, eram todos diferentes em aparência e caráter, podia-se notar isso apenas olhando para seu rosto. Der Góris era um rapaz sério e Sopne poderia assustar aos menos corajosos apenas com seu olhar.
Shuribebs tinha um mau pressentimento sobre aquela guerra contra os demônios... o que estaria por vir?

Offline Ellion Cold

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Re:The Power of The Gods
« Reply #9 on: May 31, 2010, 05:25:38 PM »
A força dos Avatares foi sentida pelos demônios, mas estes pareciam continuar a atacar irracionalmente. Mesmo sabendo que não tinha chance de vitória. O ataque persistia e os avatares aos poucos avançavam, até que de repente ouviu-se um grito.

Era um som grave que parecia uma mistura de grito, gemido e uivo. Não era nada que algum ser conhecido pelos avatares poderia fazer. Um grito desolador que teve um efeito inesperado, todos os demônios menores recuaram. Os que tinham armas deixaram-nas para trás para responder ao grito que voltará a se repetir.

- O que poderá ser isso? - Perguntou Turbuboss.

Todos pareciam estar se perguntando a mesma coisa. Seus inimigos resumiam-se apenas nos demônios maiores, os Godakus, que ainda continuavam a atacar.

- Há apenas uma forma de descobir. - Disse Jaga.

Ainda havia cerca de vinte Godakus, mas eles foram derrubados facilmente por golpes das armas sagradas, desde decepações à decapitações. Todos preferiram guardar os poderes mágicos de suas armas para o que poderia estar por vir.

Os guerreiros avançaram com cautela. Havia muito sangue por todos os lados, não parecia haver sobreviventes. A vila de Kassen era pequena e sua forma geográfica lembrava um triângulo. Começando estreita na ponte e enlarguecendo na medida que se avança.

O grito parecia vir de detrás de uma das casas da rua principal da vila, uma rua larga onde aparentemente era o foco do comérico, ao se aproximarem da casa, a madeira começou a tremer como se estivesse havendo um terremoto.

Eles afastaram-se enquanto via as parede e o telhado ceder a pressão interna. Aos poucos puderam vislumbrar uma enorme quantidade de demônios pequenos. Ao centro da casa estava o motivo que a fizera despedaçar, um demônio com mais de 3 metros estava no local.

Sua aparência era horrível, mas ainda mais horrível era ver o que ele fazia. Estava todo ensanguentado e mais sangue jorrava de sua boca a cada mordida que dava nos demônios menores, havia até mesmo pedaços de Godakus no chão. Enquanto se alimentava, ele crescia e pouco parecia se importar com a presença dos avatares.

 

Offline Shuribebs

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Re:The Power of The Gods
« Reply #10 on: July 15, 2010, 09:43:06 PM »
-Vamos acabar com ele! - Disse Sopne adiantando-se em direção do demônio.

-Espere! Atacá-lo diretamente é inútil, temos que tentar aproximar-se sem sermos detectados, e fazer ele parar de comer, ou ficará cada vez maior. - Ponderou Shuribebs.

Todos ficaram em silêncio. Quem seria aquele garoto? Tão jovem, mas frio e calculista, aquilo não era normal.

O silêncio foi quebrado por Ellion.

-Já sei então o que faremos!